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Diário gestação – parte 1

Como mencionei em post anterior, comecei nas redes sociais uma espécia de diário sobre o que estou sentindo e vivendo nessa reta final da gravidez. Segue a primeira parte das reflexões: 03/03/15 – #dia1 Hoje completo 36 semanas de gestação, ou seja, estou entrando no nono e último mês. E para viver intensamente esses últimos dias e quem sabe, compartilhar as dores e as delícias desses momentos finais com outras gestantes, resolvi fazer uma espécie de diário digital nas redes sociais do blog. Começo hoje… Nessa reta final, minha cabeça anda a milhão com tantas expectativas. Não sei se é bem uma ansiedade o que sinto, porque não desejo que…

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Sobre parto, empoderamento e superação!

Não é segredo para ninguém que vem acompanhando minha gravidez, que estou me preparando para viver um lindo e intenso parto natural. Estou há nove meses pesquisando, conversando, me preparando e refletindo sobre o desejo de mergulhar nessa experiência de corpo & alma. Isso mesmo, corpo e alma casados, porque acredito que eles estão mais do que unidos. Quando um é violado, o outro sente também. E agora que o dia se aproxima, resolvi escrever sobre tudo o que penso, o que espero e o quanto tudo o que aprendi e compreendi nesse período, sobre a importância de redefinirmos o modo como nossos filhos veem ao mundo, também mexeu e…

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Reflexões de uma grávida na reta final…

Ando mergulhada em reflexões. Enquanto organizo roupinhas de bebê, brinquedos espalhados pela casa e louças na cozinha (tenho poucos armários em casa, então, estou sempre otimizando espaços e me desfazendo de inutilidades), penso e penso e penso. Penso sobre como será nossa nova rotina, sobre o que farei para não me abandonar nos primeiros meses, sobre como administrarei a dinâmica com dois filhos, sobre como somos invadidas por um turbilhão de emoções nessa fase, sobre como ninguém consegue entender o que sentimos e o que vivemos… Algumas vezes, inclusive, rabisco uma frase ou um pensamento para desenvolver depois por aqui, mas sempre acabo deixando para lá. Até me cobro bastante…

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O que aprendi com a maternidade

Juro que venho tentando fugir um pouco do tema “maternidade”, mas no alto das minhas trinta e cinco semanas de gestação (oitavo mês) e depois de ter passado um mês cuidando do meu filho mais velho, full time, está sendo quase impossível escapar do assunto. Então, hoje decidi me render à área da minha vida que mais me ocupou nos últimos tempos e compartilhar com vocês o que aprendi até aqui e o que venho aprendendo com a maternidade. Acho que a primeira grande lição que a maternidade me trouxe foi a de não me preocupar muito com planos. Sim, como coach preciso trabalhar com metas e objetivos bem definidos, mas também aprendi que…

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Querer não é poder, mamãe!

Se você costuma ler textos sobre maternidade, já deve estar cansada do papinho de que vivemos nos equilibrando entre todos os nossos papéis como mulher e já deve ter lido muitas dicas ou promessas milagrosas de aproveitamento eficaz do seu tempo. Porém, hoje resolvi fazer o papel de advogada do diabo e vim lhe dizer, como coach, como mãe, como leitora voraz de livros nesse sentido e como alguém que recebe todos os dias alguns pedidos de ‘”ajuda” de quem se diz precisado de luz, que você nunca irá conseguir dar conta de tudo o que você deseja fazer, num período de 24 horas. I´m sorry. Juro que não quero…

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Eu sou – por Nilza Rodrigues

Encontrei esse texto na internet e achei lindo demais <3. Eu sou de todas as cores, de todos os sons, de todas as dores, de todos os tons… Sou água, terra, fogo e ar… Sou a inércia e o caminhar… Sou brisa, sou tempestade… Sou mentira, sou verdade… Sou lua minguante, sou lua cheia… Sou pegadas na areia… Sou a rosa e o espinho… Sou afeto e sou carinho… Sou sol, sou maresia… Sou barulho, sou melodia… Sou razão, sou sentimento… Sou a eternidade e o momento… Sou matéria, sou espírito… Sou a doença e o antídoto… Sou séria, sou anarquista… Sou menina, sou mulher… Sou o que me der…

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Peppa Pig e o declínio do poder paterno

Confesso que não tenho muito paciência para sentar e assistir desenhos infantis. Quando não tenho outra escolha por insistência do meu filho, o faço de fachada (ai ai ai) ou aproveito para prestar atenção no que se encontra por trás daquela “simples” ilustração. E foi dessa forma, que descobri que não gosto da Peppa. Desculpem-me os “Peppa lovers”. Eu também não tinha nada contra, mas depois de assistir efetivamente ao desenho, desgostei daquele enredo. Porque sim, a princípio, ela parece uma simples porquinha cor de rosa, mas por trás daquele desenho de traços simples reside um esteriótipo bem comum nos dias atuais, o declínio do poder paterno. No único dia…

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SER MÃE é dança, é poesia de amor!

SER MÃE é dança, é poesia de amor! E, então, descobri que eu sou porque eles são. Não que eu viva a minha vida para eles, porque não abro mão de um tempo para mim, mas descobri que por conta deles, tornei-me uma pessoa melhor. Hoje enxergo a maternidade como um convite da vida para dançarmos. Primeiro nos preparamos, sonhamos, planejamos e treinamos. Num momento, sentimo-nos mais do que prontas, em outro, aquele frio na barriga nos invade e questionamos a nossa capacidade de lidar com aquela situação. Mas não há muito tempo para questionamentos. Certo dia, a natureza nos enxerga mães e nos coloca em cima do palco. Por…

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E se? – por Kamila Mouza

E se? Quanta dúvida para duas palavras, dúvida que pode perdurar ou transformar uma vida inteira, palavras que podem nos condenar até a eternidade… Culpa, medo e dor. Conota desafio, transição… Atitude, decisão, conversão são necessárias para driblarmos essa pedra, que mais se parece uma montanha em nossa caminhada. A verdade, a grande verdade que não aceitamos: é que vivemos em meio às incertezas, não estamos certos do que se passou, do que vivemos, e menos ainda, menos ainda do que virá, sendo o último o mais importante, pois é resultado direto do que vivemos e do que estamos vivendo. Ai é que entra o “e se?” no presente, constante…

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Está tudo certo

No ano passado, aprendi uma espécie de mantra com duas mulheres de luz que admiro demais, a filósofa Dulce Magalhães e a psicóloga Lorena Carvalho, e quando me vejo desgostosa com alguma situação, repito para mim mesma:Está tudo certo, Juliana. Porque nada está errado. Tudo está como deve estar. Para deixar as coisas mais claras, perguntei para a Lorena o significado específico do mantra e ela me respondeu que ele “representa a possibilidade de, a cada contratempo, possibilidade de ‘perder’ algo ou surpresa inesperada, apesar do ´planejado´, voltar ao estado de paz onde o coração e a mente confiam. E, se houver algo que eu possa fazer, me permite focar na…

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