Sempre gostei das áreas da Psicologia que vinculam o sistema familiar ao modo como as pessoas agem, vivem, escolhem, porque nunca consegui entender um desagregado do outro. Não sei se é porque eu tenho uma família totalmente enlaçada (muitas vezes, até demais), mas de verdade, acredito que somos fruto e resultado da soma de todos aqueles que vieram antes de nós e com quem convivemos desde antes de nascer.

Você já se perguntou sobre a influência que o lugar aonde você nasceu tem sobre você? E os seus pais? E a sua origem? E o lugar ao qual você pertence?

Quando estudo toda essa conexão, sempre gosto de caminhar e aprender com a Constelação Familiar, que de forma resumida, é um método criado por Bert Hellinger que descobriu que há 3 leis (ou necessidades) que atuam na família: hierarquia (estabelecida pela ordem de chegada), pertencimento (estabelecido pelo vínculo) e equilíbrio (estabelecido pelo dar e tomar/receber). Segundo ele, quando tais leis são violadas numa família, surgem compensações que atuam em outros membros da mesma (muitas vezes em membros que sequer haviam nascido quando o problema aconteceu). Através de uma representação, quem constela, conduzido pelos consteladores, vai compreendendo de onde vem suas aflições, medos, limitações e então ele pode, se possível, enxergar o próximo passo que o conduza de uma maneira mais leve na vida, solucionando a questão que o incomoda e que o levou até aquela experiência.

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