Não é segredo para ninguém que vem acompanhando minha gravidez, que estou me preparando para viver um lindo e intenso parto natural. Estou há nove meses pesquisando, conversando, me preparando e refletindo sobre o desejo de mergulhar nessa experiência de corpo & alma. Isso mesmo, corpo e alma casados, porque acredito que eles estão mais do que unidos. Quando um é violado, o outro sente também.

E agora que o dia se aproxima, resolvi escrever sobre tudo o que penso, o que espero e o quanto tudo o que aprendi e compreendi nesse período, sobre a importância de redefinirmos o modo como nossos filhos veem ao mundo, também mexeu e mudou crenças e convicções sobre outras áreas da minha vida.

Como o assunto é extenso e eu amo divagar sobre ele, achei melhor escrever em tópicos para não me atrapalhar na sequência. Já aviso que o texto está longo e já deixo claro que o meu propósito não é convencer ninguém ou julgar as escolhas alheias. Acho que a minha intenção é a de promover uma auto organização do que penso sobre o tema e a de levar informação para os interessados. Levar informação porque eu vivi uma “desnecesárea” há cinco anos porque não as tinha de maneira suficiente para saber que estavam roubando meu direito de parir e porque não tive ninguém que me acolheu e me explicou melhor sobre a importância de respeitar o desejo do bebê.

Sobre minha primeira experiência:

Tive o meu primeiro filho aos 23 anos, cinco anos atrás. Na época, cheguei a dizer à minha obstetra, que era minha ginecologista desde os meus 15 anos, que tinha vontade de fazer um parto normal (minha mãe tinha feito dois). Como a maioria dos médicos, que hoje eu sei que se chamam cesaristas, ela disse que achava legal, depois disse que minha pélvis era boa, que se eu quisesse mesmo, ela faria e blá blá blá. Hoje também aprendi, que se o médico diz que “se VOCÊ quiser”, ele vai fazer….pode apostar que não! Que aos poucos, ele vai minando a sua coragem e o seu desejo com bocas tortas, comentários como “hmmm mas é um bebezão” e perto do parto, irá inventar algum risco sério ao seu bebê e marcará a cesárea para uma sexta feira ou para a véspera de um feriado (como aconteceu no meu caso). Portanto, se você deseja, de verdade, e não para parecer uma mãe “bacana” (como muito vejo por aí – e não que isso tenha relação direta), viver um parto natural, o primeiro passo é procurar médicos que fazem muito mais partos naturais que cesáreas. Médicos que não marcam desnecesáreas e médicos que te dirão que SE acontecer qualquer coisa, operam e não que SE estiver tudo bem, farão um parto vaginal. Se o seu médico, que é o de toda a família, diz que acha muito legal o parto normal, mas só fez cesáreas em quem você conhece, pode APOSTAR que ele te encaminhará para o bloco cirúrgico. Ao invés de ele dizer ao longo do trabalho de parto que você consegue, ele vai te colocar insegura dizendo que “não sabe quanto tempo você sentirá essas dores” naquele tom duvidoso e com ênfase “essas dores”.

Durante uns três anos depois do meu primeiro parto, eu assistia tranquila ao vídeo do nascimento do meu primeiro filho. Achava tudo muito “normal”. Aquela sala cheia de gente estranha conversando sobre futebol, de equipamentos médicos, aquele ar gelado, aquele corta, tira, corta o cordão, leva para limpar, aspirar, pingar, pesar, medir, volta para tirar fotinho com a mamãe (com a toquinha de propaganda da maternidade, claro!) que está lá, deitada, sendo costurada, depois deixa lá chorando peladinho para a família ver, enquanto o papai emocionado tem as mãos ocupadas por uma máquina fotográfica. Argh.

Hoje para mim isso é um show de horrores. JAMAIS permitirei que essa sequência tenebrosa, de abandono, de desrespeito se repita. Mesmo que eu precise fazer uma cesárea, quero tudo manual, artesanal e não como produção em série. Para eles pode ser mais um bebê, mas para mim, ele é único. Quero pouca gente, como sei que meu médico faz quando precisa ser feita uma cesárea, quero pouca luz, quero minha música, quero que o bebê nasça e venha sujo para mim. Quero cortar o cordão quando ele não estiver mais pulsando vida, quero que o levem só depois da mamada (como sei que meu médico faz), quero que o aspirem SE necessário, quero ser perguntada e quero escolher quais intervenções deixarei que façam no meu filho e se elas forem feitas, que o façam no colo do meu marido. Quero ser ouvida, respeitada e não quero ouvir conversas aleatórias sobre futebol ou sobre a novela, no momento mais importante da minha vida. Quero afeto, apego, presença, silêncio e respeito. Quero assistir ao vídeo e me sentir satisfeita com o tratamento dado ao meu filho. Isso SE ele for gravado (contratei uma profissional acostumada com partos naturais), porque quero que meu marido esteja com as suas mãos em mim ou aparando o nosso filho e não grudadas numa câmera qualquer.

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Sobre as intervenções e procedimentos pós parto:

Na semana passada, assisti de novo ao filme “O renascimento do parto” junto com o meu marido e com o meu filho. E ali, ouvi mais um vez que todos aqueles procedimentos feitos quando os bebês nascem, deveriam ser decididos de acordo com a demanda de cada um e não por conta de um padrão. Há meses venho pesquisando e discutindo com o meu médico sobre as intervenções que escolheremos fazer ou não após o nascimento. Ele primeiro nos explicou exatamente cada uma delas e para que servem e depois, a meu pedido, deu a sua opinião particular. Ainda não decidimos sobre todas elas, mas já sabemos que não daremos as vacinas nos primeiros dias, não aspiraremos o bebê, a não ser em caso de extrema necessidade e só daremos banho no dia seguinte. Como ele mesmo diz, estamos tirando o bebê do lugar mais limpo e saudável do mundo para jogar numa água de torneira para ser esfregado com um shampoo cheio de química. Fora que o bebê nasce protegido por uma membrana super importante, que não precisava ser esfregada e removida para deixar o bebê cheirosinho e bonitinho para a foto. Ah e também decidimos que quem dará o primeiro banho será meu marido ou minha mãe, mas não uma enfermeira desconhecida. Como eu mencionei ali em cima, quero apego, quero afeto, quero contato, quero presença.

Sobre o cordão umbilical, como meu parto será natural (olha a mentalização), ele só será cortado quando a placenta sair, ou seja, quando ele parar de pulsar vida. Não quero que esse corte seja feito no modo automático como foi da primeira vez. Também pretendemos congelar a placenta para enterrar em algum lugar bonito, mas combinamos que esse é um assunto bem nosso. Não queremos auê, comentários e opiniões (eu não estou perguntando o que você acha, ok?)…será um processo íntimo e particular, mas o seu destino não será um lixo hospitalar.

Sobre a escolha dos profissionais e das pessoas que te acompanharão:

Como vocês podem notar, venho mencionando ao longo do texto, por diversas vezes, o meu médico obstetra e isso não é à toa, já que a confiança e as informações que ele nos passa, tem relação direta com o nosso desejo, que só aumenta, de viver um parto natural. Para que a chance de parir não me fosse roubada novamente, ainda quando eu estava planejando engravidar de novo, já comecei a me informar sobre médicos que eu sabia que apoiavam e abraçavam a causa. Médicos que escolheram a obstetrícia não por capricho, mas por amor à forma natural de nascer. Médicos que sabiam que essa área da Medicina exige disponibilidade e dedicação integral. Médicos que perdem o casamento da irmã (como aconteceu com o meu médico) para não trazerem ao mundo, um bebê que não está pronto para nascer. E assim eu cheguei ao Dr. Pablo de Queiroz Santos, que é filho do Dr. Marcos Leite, também conhecido pelo seu ativismo em prol dos partos naturais.

Bom, se eu começar a falar do Dr. Pablo, escreverei um novo post, porque além de ele ser muito querido e descomplicado, nos passa uma confiança tão absurda, que eu até cogito um próximo parto domiciliar…hahahaha. Fora que aonde eu vou, só escuto relatos emocionantes e agradecidos ao trabalho dele. Nunca escutei uma vírgula contrária. Nada, nadica. Se você ver as fotos dos partos que ele acompanha (e não faz, como ele mesmo diz, quem faz é a mulher), ele sempre está sentado em algum canto, sereno, só observando o trabalho de parto se desenvolvendo. A cada consulta, saímos, eu e meu marido (ou irmã ou doula, que também já foram comigo) aliviados, felizes e satisfeitos. Ao contrário de muitos médicos, que minam a coragem das mulheres com palavras ou expressões, ele me dá um poder, ao dizer que meu corpo foi feito para parir. Que se ele me trancar numa sala sozinha, o bebê vai nascer porque tudo está pronto para isso. Você entender que é perfeita e capaz te encoraja…é muito forte e poderosa essa confiança.

Bom, além de buscar um médico que eu sei que é 100% comprometido com a escolha e o desejo da mulher de parir, procurei uma doula que também é apaixonada pelo assunto, Na verdade, eu não procurei, porque ela sempre esteve ao meu lado. A Virgínia é minha colega de Psicologia, minha amiga, maquiadora e cabeleireira oficial, designer de sobrancelhas…enfim, é alguém em quem confio demais. No ano passado, ela decidiu seguir esse seu amor pela maternidade (tem três filhos) e fez o curso de doula. Tenho certeza de que viveremos, juntas, uma experiência maravilhosa porque confio muito nela.

Bom, sobre o meu marido, posso dizer que ele vem se mostrando um companheiro maravilhoso. Não pensem que ele me apoiou 100% desde o inicio das conversas. Ele sempre respeitou esse meu desejo pelo parto normal nessa segunda gestação, mas foi a cada consulta, a cada conversa, a cada vídeo, que esse respeito virou apoio e um desejo compartilhado. Acho que ele foi percebendo o quanto eu fui amadurecendo a vontade, o quanto eu fui me preparando e o quanto o parto normal não é esse bicho de sete cabeças que os mal informados dizem por aí. Semana passada assistimos juntos ao filme “O renascimento do parto”, mais para obter informações daquilo que já desejávamos e para absorvermos todos os benefícios comprovados desse processo natural. Confiamos no nosso médico e não nos preocupamos em estarmos munidos de informações caso ele induza uma cesárea (o que tenho certeza que não irá acontecer), mas já sabemos que quando alguém diz que não teve parto normal porque não teve dilatação (sem nem ter entrado em TP), porque estava com circular de pescoço ou porque tinha pouco líquido, é porque foi enganado pelas velhas desculpas dos cesaristas. Nenhuma delas são motivos reais para a realização da cirurgia. Enfim, me emociono em ver a emoção dele assistindo vídeos de parto normal (hoje prefere assistir partos vaginais à cesáreas e ontem até assistiu a um parto pélvico – foi uma puta prova de amor) e por imaginar a emoção que sentirá quando segurar nosso filho nascendo.

A princípio, quem estará comigo, será quem acredita, de verdade, nas minhas escolhas e quem ao longo desses nove meses topou conversar comigo sobre o assunto de mente aberta. Meu médico, minha doula, meu marido, a fotógrafa (que é especializada em partos) e minha irmã, que vem acompanhando esse meu processo de descobrimento e que eu sei que estará do meu lado no que eu decidir. Não sei exatamente o que ela pensa sobre isso tudo (porque ela não é como algumas pessoas que dão a sua opinião sem serem solicitadas), mas vejo que ela me respeita, vibra e quer estar vivendo esse momento ao meu lado.

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Sobre sobrevivência e querer mais:

Bebês nascidos de desnecesáreas sobrevivem? Sim, a grande maioria. Bebês retirados com hora marcada, sem terem avisado que estavam prontos para nascer, sobrevivem? Claro, meu filho de cinco anos está aí para comprovar a estatística. Bebês retirados, cortados, aspirados, picados, abandonados e violados, sobrevivem? Claro, gente! Ninguém disse que esses procedimentos matam! Mas será que basta apenas dizer que eles sobreviveram? Aliás, nem gosto muito dessa palavra…sobre-viver. Como alguém diz no filme “O renascimento do parto”, não queremos apenas sobreviventes, queremos pessoas bem recebidas, acolhidas e respeitadas. Então numa argumentação sobre partos, não me venha com essa justificativa rasa e pobre de que cesárea não mata ninguém. No mínimo, assuma que você acha mais prático e cômodo ou melhore seus argumentos.

Sobre a tal “ditadura do parto normal”:

Ai gente, morro de preguiça de pessoas que não sabem discutir ou nem tentam abrir a cabeça para que novas ideias possam entrar. Pessoas que para fugir de precisarem questionar suas crenças empoeiradas, fogem da conversa e largam justificativas pobres como “ah, agora é a ditadura do parto normal“. Primeiro que as estatísticas estão aí para dizer que até agora, se existe alguma ditadura é a das desnecesáreas. Segundo, que se for uma mudança que visa o bem das mães e dos bebês, que vire moda mesmo, que se torne o novo pretinho básico.

Sobre os partos “normais”:

Minha mãe teve dois partos normais, mas normais porque foram vaginais, já que ela teve quase todas as intervenções possíveis. Antigamente, apesar de eles serem mais frequentes do que hoje, eles eram feitos naquelas salas cheias de equipamentos, com as mulheres deitadas numa maca (comprovadamente, a pior posição para parir), com as pernas amarradas, com indução e episiotomia. Claro, na época, as mulheres não tinham as informações sobre o quanto todas essas intervenções são tão ruins quanto uma cesárea. Pelo menos, no casa da minha mãe, ela entrou em trabalho de parto e nós passamos pelo canal vaginal. Mas eu quero diferente. Muitas mulheres que tiveram seus partos “nessa época” não tem boas recordações justamente porque viveram abusos (desde não poder gritar com medo do tratamento das enfermeiras), porque não tiverem acolhimento das pessoas do hospital e da sua própria família e por conta de todas essas intervenções. Eu não quero só um parto “normal”, eu quero respeito e amor, muito amor.

Sobre meu receio de que o parto natural não aconteça:

Além de me preparar de todas as formas para vivenciar esse momento, também procuro me preparar para respeitar e aceitar o que acontecer. Juro que hoje meu receio não é nem mais a dor. Apesar de nunca ter sentido contrações, já entendi que elas são as piores dores, que fazem muitas mulheres desacreditarem do seu poder e deixar que elas as vençam. Hoje, meu receio é mais no sentido de surgirem impedimentos verdadeiros que me impeçam de parir. Estou estudando e me informando bastante sobre essas condições e tentando entregar o futuro na mão de Deus, já que não posso exercer o controle sobre o que está acima de mim. Porém, isso não me impede de me preparar. Segundo meu médico, não é preciso se preparar, já que o nosso corpo foi feito para parir, mas se pudermos dar uma ajudinha…estou lendo e conversando muito sobre o assunto. Estou fazendo pilates e hidroginástica voltados para o parto, estou trabalhando meu períneo com uma fisioterapeuta, estou cuidando da minha diabetes para que ela não influencie no tamanho e na saúde do bebê. Estou buscando me cercar de pessoas que apoiam e compartilham do meu desejo…estou fazendo a minha parte e não apenas dizendo para os outros que quero “tentar” um parto normal (olha o poder da palavra).

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Sobre empoderamento e renascimento através do parto:

Agora vou falar o que eu sinto quando penso no meu tão sonhado e esperado parto. Vou escrever com o meu coração e mega emocionada enquanto escuto minha trilha sonora intitulada “Vem, José Antônio!“.

Quando peitei a vontade de viver um parto, com tudo o que eu tenho direito, passei a me emocionar, de verdade, quando visualizo e mentalizo o meu. Fico imaginando o quanto essa experiência surreal, intensa e mágica, irá me transformar como pessoa. Assim como muita gente, cresci duvidando do meu potencial, me questionando se eu sou capaz mesmo de alcançar tudo o que eu desejo e penso que atravessar aquele momento, terá um gostinho de superação. Mesmo que, por inconveniências da vida, eu não possa viver o expulsivo, só de passar pelo trabalho de parto, por toda essa preparação, sentir cada contração e acreditar em mim, o processo já terá valido a pena.

Ao mesmo tempo, percebo que é muito louco você se preparar e dizer que quer viver algo desconhecido porque eu só conhecerei os meus limites durante a vivência. Mas, assim são nossos objetivos e metas de vida. Ninguém sabe como e quando eles se concretizarão…por isso existe o que chamamos de fé. Hoje eu tenho muita fé de que vai dar tudo certo.

Há alguns meses atrás, enquanto eu reclamava de algumas dores e desconfortos, meu marido me olhou e disse: “Juliana, tu não quer ter parto normal? Pensa que as dores serão muito, mas muito piores do que essas”. E desde então, a cada dor ou desconforto, procuro me concentrar neles. Vou para o quarto, deito, respiro, tento me distrair assistindo televisão…passei a encarar esses momentos de outra maneira. Era o meu corpo se preparando para acolher um bebê da melhor maneira possível.

Claro que ainda sinto um medinho das tão comentadas contrações, mas hoje vejo esse receio mais como uma curiosidade. Tenho muito mais receio de não poder viver o parto do que das dores em si. Venho lendo MUITO sobre o assunto e gostei da comparação que diz que o parto é como você subir a sua montanha. Pretendo viver cada contração de uma vez. Não quero atravessar o mar num mergulho só ou subir a montanha correndo. Acho que fica mais tranquilo entendermos e vencermos uma coisa de cada vez. Por isso, não me abalo quando algumas mulheres que sentiram as contrações, mas foram vencidas por ela, jogam suas insatisfações em mim ao frisarem o QUANTO as mesmas doem. É engraçado isso porque quem viveu o parto, do modo como eu pretendo fazer, me encoraja e quando menciona a dor, não fala em tom de sofrimento, mas inebriada de amor.

Enfim, acredito muito que passar por todo esse processo me fará crescer e como dizem por aí, crescer, abandonar o papel de menina, criar, parir, pode doer um pouquinho.

Independente de tudo isso, será emocionante viver de novo esse primeiro contato com um dos amores da minha vida e eu mal posso esperar para me entregar à maternidade integral, dependente e cansativa desses primeiros meses. Mesmo que hoje eu tenha TOTAL consciência de que a dedicação será total (e eu escolhi assim), de que precisarei dar um pause nos meus projetos, o faço com o mais absoluto e genuíno prazer. Talvez essa seja a maior facilidade do segundo filho, você saber que tudo passa e passa muito rápido. Por isso acho que você aproveita mais, não sei.

Amei ficar grávida da primeira vez, mas confesso que agora, mais madura, em um momento completamente diferente da minha vida, amei ainda mais. E isso ficou tão evidente que muitas pessoas vem dizer que estou mais bonita, mais serena…e eu atribuo tudo isso ao poder de gerar.

Torçam por mim e como eu disse no brinde do chá de fralda: “Que o José Antônio saia como um sabonete“!!!!!

Beijos mergulhados em pura ocitocina!

Para quem se interessa pelo assunto, sugiro que assista ao filme “O renascimento do parto“. Mas assista atenta, aberta, para depois não ser enganada pelo seu obstetra com as desculpas que aparecem no filme.

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